segunda-feira, 6 de julho de 2015

IFC Fraiburgo e Apafec assinam convênio para estágio

A Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular) e o IFC Instituto Federal Catarinense – Campus de Fraiburgo assinaram na ultima sexta-feira (03/07), convênio visando à realização de estagio.  O acordo proporcionará vagas de estágio a estudantes do IFC Fraiburgo nos projetos e ações sociais desenvolvidas pela instituição.

O convênio tem duração de 5 anos, este ano a Apafec abrirá 3 vagas para que estudantes do IFC possam desenvolver suas atividades, a convenção será regida pela lei 11.788/08.

O estágio é um processo de aprendizagem indispensável na formação de um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira. Está no estágio a oportunidade de assimilar a teoria e a prática, aprender as peculiaridades e “macetes” de uma determinada profissão, conhecer a realidade do dia-a-dia.

“Estamos satisfeitos em poder contribuir com a formação dos estudantes do IFC, pois temos uma maneira diferente de ensinar e uma visão humanística da educação e do trabalho, assim poderemos contribuir na formação integral dos estudantes/estagiários, por outro lado sabemos que convênios dessa natureza aportam novos conhecimentos ao nosso coletivo”, finaliza Fabiane Aparecida Guedes da coordenação da Apafec.

Tomado do Portal da Apafec

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Pastorais participam de reunião em São Valentim e comunidade aprova realização de acampamento

Coordenação PJR/PJMP com o Padre Egídio Balbinot e a Irmã Vitória Balbinot
Além de disponibilizar o espaço para realização do Acampamento da Juventude do Campo e da Cidade, representantes da comunidade se colocaram à disposição para contribuir nas tarefas práticas. Em outra conversa feita com a Irmã Vitória Balbinot e o Padre Egídio Balbinot em Descanso, o grupo também recebeu apoio

A coordenação da Pastoral da Juventude Rural (PJR) e Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), esteve reunida na noite de quinta-feira, dia 02, com o Conselho da comunidade de linha São Valentim em Descanso, para discutir a possibilidade da realização do Acampamento da Juventude do Campo e da Cidade no local.

Os representantes das equipes de Infraestrutura, Segurança, Limpeza, Comunicação e Metodologia do acampamento contextualizaram a importância de se realizar uma atividade a nível regional para atingir as diferentes realidades onde a juventude se encontra atualmente. “Nossa intenção é que a partir deste acampamento possamos organizar mais grupos de jovens nas comunidades de Descanso, bem como na região, onde atualmente a PJMP e PJR se fazem presente e em outros espaços onde ainda precisa ser organizada”, disse um dos integrantes da Coordenação das Pastorais, Wesley de Souza Padilha.

A partir do diálogo construído com os representantes do Conselho, durante a reunião a comunidade colocou-se à disposição para ajudar as organizações da PJMP e PJR a construírem o acampamento, disponibilizando o ginásio, igreja e o campo de esportes para a atividade. “Vai ser uma honra receber a juventude aqui com um encontro nesse nível”, disse o membro do conselho Claudir Casagrande, pai da jovem Eduana Casagrande, da PJR de Descanso.

O objetivo, é que o acampamento aconteça de 05 a 07 de setembro, em Linha São Valentim, município de Descanso. Para a atividade, estão sendo discutidas a realização de assessorias, oficinas culturais e temáticas, noites culturais, sendo que em uma delas, a PJMP e PJR conta com a apresentação do músico e compositor popular, Pedro Munhoz, com encerramento previsto para segunda-feira, feriado de sete de setembro, com a marcha do Grito dos Excluídos\as realizada em São Miguel do Oeste.

A PJMP e PJR ainda estão trabalhando na venda de rifa e busca por recursos que contribuam com as despesas do acampamento, bem como, arrecadação de alimentos. A paróquia São Miguel Arcanjo de São Miguel do Oeste, que nestes 10 anos de organização das juventudes têm contribuído e apoiado a PJMP e PJR, é uma das maiores apoiadoras da realização do acampamento.

Coordenação da PJR e PJMP preparando a programação do
acampamento da juventude e do campo
PJMP e PJR recebem apoio da Paróquia de Descanso
Em conversa realizada com a Irmã Vitória da paróquia de Descanso, na tarde de sábado, dia 04, o coletivo da PJMP e PJR recebeu um ‘SIM’ a realização do acampamento, além da contribuição da paróquia para com a arrecadação de alimentos nas comunidades do interior do município. “É um trabalho bonito. Vou estar junto ajudando no que for do meu alcance. E com certeza, vamos movimentar as comunidades com o pedido de que apoiem a juventude, uma vez que, as comunidades sempre sentem falta da juventude e este será um momento de todos perceberem que esse trabalho existe e acontece em vários espaços. Será um momento para nós também termos contato com a juventude”, disse a Irmã Vitória.

Na mesma tarde, o grupo esteve em diálogo com o Padre Egídio Balbinot que também se comprometeu em contribuir com a atividade da juventude. “Temos muitos jovens nas comunidades, por isso, vamos trabalhar para fazer a divulgação desse encontro e conseguir arrecadações que possam servir para a realização deste acampamento”, enfatizou Egídio.

Durante a noite, o grupo responsável pela metodologia e coordenação do acampamento esteve reunido para finalizar o cronograma da atividade que será divulgado em breve.

Texto: Claudia Weinman – Comunicação PJMP\PJR
Fotos: Claudia Weinman e Pedro Pinheiro

Tomado do Portal da Apafec

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Festas juninas massificadas: Um ataque a nossa cultura e a formação de consciência

Sempre senti muito apreço pelos meus pais. Trabalhadores da roça a exemplo de muitos. O dia todo passavam plantando, limpando o roçado. Foram muitas as vezes em que a noite se fez pouca para descansar depois de tanta labuta. Humildes, o dinheiro era uma nuvem, distante. Recordo de bons momentos ao lado do fogão a lenha, do virado de feijão, do mate e das conversas. A televisão ficava em segundo plano, quando funcionava. Mas isso não era o mais importante.

Cresci tendo a referência de homens e mulheres da roça que nunca precisaram se fantasiar de si, pois de fato, eram o que viviam, ensinavam para a gente o que cultivavam, mostravam que a boniteza da vida estava nos momentos simples de partilha, uma partilha talvez esquecida nos dias de hoje. Sempre vi meu pai usar chapéu de palha, minha mãe a calçar botas e usar uma roupa mais simples para trabalhar na plantação. Mas ao sair para ir até a cidade, para frequentar um ambiente diferente, pois festas eram poucas as que participávamos, vestiam-se com a roupa ‘de domingo’.

Minha mãe nunca foi de usar muito batom, muito menos, vestir roupas escandalosas. Era um jeito simples, mas bonito de se ver. Estou narrando esse contexto porque percebo como as pessoas têm sido reféns do deboche referenciado e vendido nas festas juninas, (julinas). Outro dia, vi uma moça e um moço, “fantasiados de caipiras”. A menina usava um vestido apertadíssimo, curto, colorido de doer os olhos, batom que ultrapassava a boca até chegar nos olhos e ainda fazia voltas na face. Um acumulado de tinta que, ao analisarmos as festividades folclóricas juninas, não tem ‘prestância’ alguma.

Não quero aqui, falar em moralismo, mas sinto falta de uma cultura junina que não seja massificada. Um amigo do Nordeste me escreveu outro dia e perguntou-me se a gente vivia essa cultura das festas juninas. Falei que existia algo por aqui, mas de um jeito muito comercial. E ele me respondeu: “Eita, assim não presta não. Aqui é popular. Estamos preparando o pirão, o biju e baião de dois. É festa, aqui um leva milho, outro galinha, outro vinho, outro pamonha, assim vai fazendo a festa sobre a fogueira”.

Ainda recordo que nos tempos de escola erámos obrigados a participar da festa, fazer gincana, competir, ‘fantasiar-se de caipira’. Ao lembrar disso, não sinto saudade alguma e ainda me causa repúdio a maneira como as escolas trabalham esse assunto, como se ‘fantasiar’ os estudantes fosse algo divertido. Como se o casamento caipira tanto encenado e debochado representasse uma boa referência para a nossa cultura e quem a dissemina.

Passei a concordar com o que Mário Sérgio Cortella fala quando refere-se as festas juninas de hoje. Segundo ele “Muitas escolas degradam a cultura popular brasileira ao fazerem simulacros de “festas juninas”. Mesmo tendo em conta o imenso esforço feito pelas professoras (semanas de ensaios!), as crianças são fantasiadas de caipiras (roupas remendadas, dentes falhados, bigodes e costeletas horrorosas, chapéus esgarçados, andar trôpego e espalhafatoso e um falar incorreto), como se os trabalhadores rurais assim o fossem por gosto, ingênuos e palermas. Poucas escolas explicam a origem das festas e a importância do cidadão campesino e resguardam sua dignidade; poucas, ainda, destacam que a falha no dente não é algo que aquele brasileiro ou aquela brasileira tem para ficar “engraçados” (são desdentados por sofrimento)”.

Por sofrimento! Muitos trabalhadores\as do campo tem suas roupas remendadas pelo trabalho que exercem. Ou acredita-se mesmo que no campo como Cortella fala tudo é belo, fácil, tranquilo. Se tivéssemos uma reforma agrária revestida em todo cenário, talvez. Acredito que, em clima ‘junino’, ‘julino’, as escolas possam trabalhar melhor as origens deste festejar, que inclusive não corresponde apenas a São João, mas remonta a épocas bem mais antigas, onde lembrados, Santo Antônio, São João e São Pedro afugentavam demônios durante rituais.

Sem dúvida, é mais fácil simular uma festa baseada na socialização arrecadativa de dinheiro para os educandários, seguindo um sistema industrial capitalista que comercializa uma imagem distorcida do Caipira, criando simbolismos e retratando os trabalhadores do campo como se fossem “ninguéns” e ainda, favorecendo um mercado que superfatura com falsos vestidos e bigodes caipiras.

Mas creio que a educação pela educação, o fazer pelo fazer, não são libertadores e nem despertam consciência nos estudantes, inclusive, muitas vezes, é na escola que os estudantes buscam uma referência e quando essa instituição falha, como cobrar um pensar mais crítico para aqueles onde nem mesmo o conhecimento histórico sobre essas festividades culturais é repassado? Vale refletir. Ainda temos tempo.

Até a próxima!

Por Claudia Weinman

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sábado, 4 de julho de 2015

Novo desafio - 1ª Corrida da Integração de Concórdia


Aconteceu neste domingo (05/07) a 1ª Corrida da Integração de Concórdia, organizada por atletas concordienses corredores de rua. A largada será às 8 horas na Praça Dogello Goss. A categoria adulto terá percurso de 5 e 10 kms e os menores de 600 metros até 2 kms. 

Já estão confirmados atletas de Concórdia, Chapecó, Irani, Fraiburgo, Campos Novos, Erechim, Tangará, Carlos Gomes, Arabutã, União da Vitória, Capinzal, Ouro, Joaçaba, Ipumirim e Piratuba entre outros.

A previsão de temperatura no horário da prova é de 3 a 5 graus, portanto esse será um grande obstáculo a ser vencido por todos os participantes.

De setembro de 2013 até o momento essa será a 9ª (nona) prova que participo, a expectativa é completar a prova com um tempo abaixo de uma hora, e ainda menor que o resultado obtido na prova em Joaçaba no mês de maio.  

Acompanhe abaixo quadro de corridas realizadas até maio de 2015:
Data
Nome da Prova e local
Tamanho do percurso
Tempo realizado
Setembro de 2013
Corrida da Primavera – Fraiburgo.
3,5 km
32’22’’
Fevereiro de 2014
Corrida Rustica de Tangará.
4,5 km
27’40’’
Outubro de 2014
Circuito Unimed etapa de Fraiburgo.
5 km
31’38”
Dezembro de 2014
Circuito Unimed etapa de Rio do Sul.
10 km
64’20’’
Fevereiro de 2015
Corrida e Caminhada 5 km BRF – Videira
5 km
27’10”
Março de 2015
22ª Meia Maratona de Joinville
21 km
2:31’27”
Março de 2015
1ª Corrida Rustica de Brunópolis
3 km
Não foi informado pelos organizadores
Maio de 2015
1ª Etapa Circuito Unimed de Corrida e Caminhada em Joaçaba
10 km
58’27”
Total de provas realizadas: 08.
Total de quilômetros percorridos: 62 km.

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Dicas para correr no inverno

É fato: o frio não pode ser desculpa para você deixar de se exercitar. Pelo contrário. De acordo com Beny Schmidt, chefe do Laboratório de Patologia Neuromuscular e professor adjunto da disciplina de Patologia Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), esse é o melhor período do ano para praticar corrida, já que o desempenho nesse esporte depende muito da temperatura ambiente. “Correr no forte calor, além de ser mais cansativo, aumenta a chance de desidratação”, alerta. Porém, no frio também são necessários cuidados para evitar prejuízos aos músculos do corpo. Isso porque há um risco maior de problemas por causa do enrijecimento muscular que a baixa temperatura provoca.

Segundo Beny Schmidt, a reposição de líquidos é fundamental. Apesar de a sensação de perda líquida ser baixa, porque você sua menos com o tempo frio, o ar costuma ser mais seco no inverno, elevando o risco de desidratação.

Outro alerta: no frio, é comum também exagerar nos alimentos calóricos e gordurosos, aumentando o risco de ganhar quilos extras. Assim, a atividade física torna-se ainda mais importante.

Escolher a roupa adequada também é fator determinante, pois o tecido pode ajudar a controlar a temperatura corporal. Isso quer dizer que você até pode começar a correr com várias camadas de roupas, mas deve ir retirando uma a uma de acordo com a elevação da temperatura corporal, tomando o cuidado de não ficar muito exposto ao vento. Nos dias mais gelados, o especialista recomenda proteger as extremidades com luvas, gorros e meias grossas.


Beny Schmidt também explica que, ao contrário do que muita gente pensa, pessoas que não estão acostumadas a temperaturas muito baixas, como os brasileiros, gastam menos calorias ao correr no frio. “A temperatura favorece o metabolismo e não temos tanta perda de energia”, explica.

Por fim, o especialista alerta que, na maioria dos esportes, incluindo a corrida, o alongamento deve ser feito somente após a atividade física, já que proporciona um relaxamento das fibras musculares, responsáveis pelas contrações que ocorrem na prática esportiva.

Tomado do Portal Sua Corrida

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Dia 18/07 acontece o campeonato municipal de tênis de mesa

Sábado dia 18/07, o Centro de Eventos Sebastião Andrade dos Santos será palco do 1º Campeonato Municipal de Tênis de Mesa, o horário para iniciar as disputas será às 8h30min. Os jogos acontecerão nas seguintes categorias: pré-mirim, mirim, infantil, juvenil e livre.

Não será cobrado taxa de inscrição e as mesmas podem ser feitas na Fundação Municipal de Esporte de Fraiburgo, até a sexta-feira 17/07, véspera da competição. A premiação será medalha do primeiro ao terceiro colocado de cada categoria. Mais informações pelo fone: (0**49) 3908 – 2036 com a professora Edimara.



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